Kátia Borges

 

Nasci na Cidade Baixa, ali pros lados da Fernandes da Cunha, em frente ao Colon, único prédio de 10 andares da região. Cresci ouvindo rock e samba no rádio, e assistindo à Lavagem do Bonfim, que passava bem na minha porta, o que eu considerava um luxo. Sou muito aquilo lá, aquele ritmo bucólico de Itapagipe. Sempre escrevi.  Poema, letra de música, contos, roteiro de cinema e de novela, o escambau. Escolher a faculdade não foi complicado. Jornalismo, claro. Para mim, pelo menos, sempre foi claro. Difícil foi convencer toda a família. Em 2002, lancei De Volta à Caixa de Abelhas, reunindo poemas que falavam da família, da minha família. Nunca tive grandes pretensões, sei dos meus erros e acertos. Em seguida, pintaram duas antologias e, finalmente, em 2009, o terceiro livro. Uma Balada para Janis, pela P55, na coleção Cartas Bahianas, que considero meu melhor livro. Eu já estava com Ticket Zen engatilhado, graças a um edital da Secretaria da Cultura, vencido em 2008, e que seria lançado no ano seguinte, 2010. Também fui selecionada para uma coletânea bacana e nacional, acho que em 2009, não lembro direito, a do Roteiros da Poesia Brasileira Anos 2000, da Global. E foi graças a um erro  na minha biografia, nesse livro, que decidi fazer mestrado, vejam só. Fiz, passei e concluí o mestrado em Literatura e Cultura, no Instituto de Letras da Ufba, em 2012. Escorpião Amarelo é o novo livro, o quarto desde que resolvi dar a “cara à capa”, traz alguns contos e crônicas escritos ao longo dos últimos anos. Acredito nele.

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